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Novos blocos no mercado

06.11.10

Chega ao Brasil o revolucionário Kinetic Core, a evolução do PP que é ainda mais leve e resistente!

O mundo das pranchas de bodyboarding esteve ameaçado, pois perderia sua mais moderna e durável matéria prima quando a americana Pregis anunciou a interrupção da produção do mais popular material de bodyboarding do mundo: o polipropileno, também conhecido como PP, material usado por 90% das grandes fabricantes mundiais.

A equipe de shapers da NMD, liderada pelo mestre das pranchas Nick Mez, buscou antecipadamente uma solução para substituir este material, o já que seria uma tarefa muito delicada também passou a ser bastante complicada...

Imagine termos que voltar no tempo, utilizando somente o PE como matéria prima principal para pranchas de bodyboard? O polietileno apresenta características semelhantes ao PP no que diz respeito à compressão, por isso é um excelente material. Todavia, sua característica muito flexível seria pouco durável em condições de clima tropical como o Brasil, combinada com a exigência técnica dos atletas para uma prancha do “dia-a-dia”. Estaríamos obrigados a voltar à tradicional espuma “mãe”, o que seria desastroso para a grande maioria dos bodyboarders, mas não menos desastroso para os poucos fabricantes de bodyboards de qualidade no mundo. O bodyboarding moderno estaria ameaçado pelo maior inimigo já enfrentado...

Depois de mais de um ano de pesquisa, inúmeras fábricas contatadas e inúmeros materiais testados, Nick Mez e sua equipe de shapers e atletas chegaram ao substituto perfeito: o Arpro® EPP da grande empresa japonesa JSP, pioneira no desenvolvimento de EPP na década de 70. Esta foi a empresa que ofereceu o alto patamar de qualidade que é exigido para os padrões NMD e VS.

Nas palavras da JSP, o Arpro® EPP é um material fabricado através da combinação de resina de polipropileno com aditivos especiais, aplicando calor, pressão e dióxido de carbono numa câmara de pressão, onde o material é formado em pequenas unidades plásticas. Estas pequenas bolinhas de plástico sofrem depois um processo de injeção em molde com muita pressão e calor.

O passo final é feito em conjunto para se chegar ao corte do bloco que dá origem à prancha. E este bloco tem uma característica incrível de compressão, o que significa que podemos torcer e comprimir o material que ele volta rapidamente à forma original. Assim, Nick Mez investiu uma considerável parte do seu tempo, energia e dinheiro pesado para assegurar que o Knetic Core teria todos os atributos em termos de rigidez e peso final da prancha, o que determina o deslocamento e a flutuabilidade. O que o EPP tem de vantagem sobre o propafoam é sua compressão superior que deixa o bloco muito mais resistente. O que podemos afirmar é que o Kinetic Core é o melhor EPP que já foi testado pela NMD, pois ele garante exatamente aquilo que a fábrica e seus atletas procuram em uma prancha: velocidade, durabilidade, projeção e performance.

“Energia cinética pode ser descrita como a energia do movimento, e estou ciente que a verdadeira energia cinética está relacionada com a velocidade e a massa de um objeto, o que me fez gostar muito da conotação do nome Kinetic (cinética em inglês) com o conceito de movimento e velocidade.”

Fonte: www.bodyboardingbrasil.com.br

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